quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Origens do Pilates #1 - Ginástica

Fonte:kaufferpilates
A ginástica, enquanto atividade física, tem suas origens na Antiguidade, uma vez que os exercícios típicos do esporte já eram desempenhados pelos homens pré-históricos com o intuito de se protegerem de ameaças naturais. 


Por volta de 2600 a.C., especialmente em civilizações orientais, os exercícios da ginástica passaram a fazer parte de festividades, jogos e rituais religiosos. Contudo, pode-se dizer que foi na Grécia que a ginástica ganhou grande destaque, se tornando um elemento fundamental para a educação física dos gregos.


Para a maioria dos especialistas, a ginástica atual teve no início do século XIX o seu grande momento, pois foi neste período que surgiram as quatro grandes escolas do esporte (Inglesa, Alemã, Sueca e Francesa) e os principais métodos e aparelhos ginásticos. Desde então, a modalidade não parou de se desenvolver. Em 23 de julho de 1881, foi fundada a Federação Europeia de Ginástica, entidade que se tornaria posteriormente, em 1921, a atualmente conhecida FIG (Federação Internacional de Ginástica).

De acordo com alguns historiadores, o pai de Joseph Pilates foi um premiado ginasta, e o próprio Joseph alcançou um certo sucesso na modalidade. Com esta bagagem, ele pôde utilizar alguns exercícios da ginástica e acrobacia para criar a Contrologia, que posteriormente seria conhecida como método Pilates.




domingo, 8 de dezembro de 2013

Pilates no benefício dos desvios posturais

fonte:google images

No Brasil, a dor na coluna está entre as principais causas de aposentadoria por invalidez. Segundo dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), entre janeiro e novembro de 2012, mais de 116 mil pessoas receberam auxílio-doença por esse motivo, lembrando que esses são dados dos segurados, sem contar a classe autônoma e amparados de outras formas, ou seja, este número deve ser ainda maior.
O problema não é exclusivo dos mais velhos, pois a coluna é uma das estruturas mais afetadas pelo sedentarismo emá postura, ou seja, o modo como as pessoas levam a vida cotidiana e laboral pode ser a causa para queixas de dor nas costas, sendo cada vez mais comum em jovens e adultos.
As posições desalinhadas que as pessoas adotam como hábito, seja por motivos anatômicos ou falta de condições ergonômicas adequadas, desrespeitam o posicionamento adequado das articulações. Isso resulta nos chamados desvios posturais, alterações na cifose e na lordose, que são as curvaturas normais da coluna. As principais alterações posturais da coluna vertebral são: escoliose, hipercifose e hiperlordose.
A escoliose se define como uma curvatura lateral da coluna. Do ponto de vista da anatomia humana, a coluna possui curvaturas no sentido anteroposterior (cifose e lordose), deste modo uma curvatura no sentido lateral é considerada anormal, caracterizando a escoliose.
hipercifose corresponde a um aumento anormal acentuado da curvatura torácica, apresentando um aspecto de “corcunda”. A hiperlordose é o aumento da curvatura da região lombar ou cervical. A hiperlordose cervical faz com que a cabeça vá para frente e normalmente está associada à hipercifose torácica. Já no caso da hiperlordoselombar ocorre uma proeminência dos glúteos para trás, deixando o aspecto de “bumbum empinado”.
A prática de Pilates tem sido uma das mais indicadas pelos médicos no tratamento de diversas patologias osteomusculares, incluindo estes problemas posturais, pois seus exercícios estão concentrados na casa de força formada pelos músculos transversos do abdome, multífidos, diafragma, oblíquos e músculos do assoalho pélvico. A ativação desta casa de força traz harmonia entre as curvaturas espinhais, refletindo na eficiência do equilíbrio corporal, na postura e no trabalho muscular. Contribuindo para uma organização melhor da coluna vertebral e extremidades.
O estimulo à consciência corporal, o reposicionamento da pelve na posição neutra e o reequilíbrio muscular e postural que o Pilates promove dará o suporte necessário para manter a coluna ereta e sem sobrecargas.


Fonte: www.revistapilates.com.br

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Saiba identificar um bom professor de Pilates

Com a popularização do método Pilates, proliferaram-se cursos de formação e com isso aumentou-se a oferta de professores/instrutores especializados em Pilates, porém nem sempre bons para administrar as aulas com qualidade. O Resultado disso pode ser desastroso, prejudicando a saúde de muitas pessoas.

Fonte: google images

O pré-requisito básico para trabalhar com o método é ser graduado em Fisioterapia ou em Educação Física e cada um desses profissionais irá utilizá-lo de acordo com a sua formação. 

Mas, só a formação acadêmica não basta, é necessário fazer o curso específico do método. Já existem vários cursos pelo Brasil que deixam o profissional apto a trabalhar, mas não garantem a qualidade das aulas.


Claro que se o professor for graduado em uma boa universidade e tiver feito o curso, seja de especialização ou de extensão, em uma instituição conceituada, as chances dele ser um bom professor aumentam em relação aquele que não teve uma boa formação, portanto informar-se sobre a formação do profissional é o primeiro passo.

Contudo, apenas uma boa formação pode não bastar, então preste atenção nas dicas a seguir. 

Agende uma aula experimental e preste atenção nos seguintes aspectos:

  1. Antes de iniciar o profissional deverá conversar com você explicando sobre o Pilates e procurando saber sobre eventuais problemas de saúde e suas limitações.
  2. O instrutor deverá explicar o princípio e objetivo do método, além de ensinar a respirar e contrair o Core (centro de força).
  3. Você terá que conhecer e experimentar todos os equipamentos, afinal trata-se de uma aula experimental, porém o instrutor deverá deixar claro que nem sempre é usado todos  os aparelhos na mesma aula.
  4. A aula deve ser iniciada com aquecimento, parte principal e relaxamento.
  5. O instrutor deverá explicar para que serve cada um dos exercício realizados.
  6. Pergunte sempre que tiver dúvidas e se estiver inseguro diga que prefere não fazer. Cabe ao profissional fazer as devidas adaptações.
  7. Antes de qualquer exercício o instrutor deve solicitar que organize seu corpo, dando dicas verbais e táteis sobre o seu posicionamento.
  8. Você deverá receber feedback sobre a execução dos movimentos durante a aula estejam eles corretos ou não, incluindo a respiração.
  9. O Pilates visa pela qualidade e não pela quantidade. Os exercícios deverão ser realizados com o objetivo de chegar à perfeição na sua execução, portanto é preferível fazer duas repetições bem feitas, do que 10 mal feitas.
  10. Pilates não se trabalha em séries.
  11. O instrutor deverá respeitar a sua condição física, adequando os exercícios às suas necessidades e sua capacidade de executá-los.
Você fez a aula experimental e aprovou o profissional, então fique atento pois tudo o que foi citado acima deverá ser mantido em todas as aulas.

  • Antes de iniciar as aulas o instrutor deverá fazer uma avaliação física.
  • Aos poucos deve haver evolução no nível de dificuldade dos exercícios.
  • A seleção dos movimentos deve contemplar seus objetivos e suas necessidades.
  • É sempre importante fazer um registro das aulas.


Fonte: http://centraldopilates.blogspot.com.br





sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Romana Kryzanowska




É com grande tristeza que informo a todos o falecimento da sucessora de Joseph Pilates.
 O seu amor e a sua dedicação pelo Método Pilates, foi o seu melhor ensinamento para todos nós... Instrutores de Pilates! Você ficará eternamente em nossos corações! 
Muito obrigada!!_/\_









Fonte: Pilates Brasil 
           


quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Afinal! Pra que servem as molas no Pilates?

Fonte: google images
O sistema de molas é o que rege os equipamentos de Pilates. E por que fazer exercícios com esse mecanismo? As molas são objetos elásticos e flexíveis, utilizados para armazenar energia mecânica. No nosso dia a dia, estamos cercados por objetos que utilizam o sistema de molas, como canetas, carros, cadeiras e a cama em que dormimos.
No Pilates, a mola tem como objetivo promover resistência ou assistência na execução dos exercícios, com o intuito de aumentar a força, a resistência à fadiga e a potência muscular. A força da mola modifica de acordo com a variação do seu comprimento, sendo assim, quanto maior a distância da mola em relação à base onde está fixada, maior é a intensidade da força desta.
Além disso, utilizamos no Pilates diferentes tipos de molas, elas podem ser longas ou curtas e ter diversas intensidades, desde as mais leves até as mais pesadas. A escolha da mola deve ser feita de acordo com o foco do exercício a ser realizado, visando à promoção de excelentes resultados.
MOLAS X PESOS
Os pesos convencionais (halteres, caneleiras, barras de ferro) promovem a mesma carga durante todo o arco de movimento, tornando o exercício menos funcional e mais suscetível à lesão. Já o sistema de molas promove uma resistência gradual do início ao fim do movimento. No início do exercício, o músculo é mais fraco, porém a tensão colocada nele e no seu tendão é elevada, nessa fase há um grande risco de lesão.

Entretanto, esse risco é minimizado uma vez que a resistência da mola é menor nessa fase. E essa resistência aumenta progressivamente na amplitude do movimento onde a contração muscular é maior (esse é o ponto de maior força do músculo, portanto o risco de lesão é mínimo). Sendo assim, o sistema de molas provoca menor impacto às articulações e, consequentemente, o risco de lesão é muito menor quando comparado aos exercícios com pesos convencionais.
E você, está esperando o que para começar a fazer Pilates?


Fonte: revista pilates

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

OMBROS X TENSÃO

fonte: google images
Pare tudo e apenas observe a posição que os seus ombros estão. Muito provavelmente, a maioria de vocês está com os ombros próximos às orelhas, enchendo-os de tensão.
O nosso corpo acumula tensão muscular principalmente nos ombros e no pescoço, e essa tensão está associada diretamente ao estresse, considerada a doença do século (para o transtorno diário de milhares de pessoas ao redor do mundo). Quando o organismo já não suporta a carga do estresse, seja ele físico ou mental, o nosso corpo entende que isso é uma agressão e a resposta imediata é a dor e a formação de nódulos de tensão, também chamados de trigger points.

O que são trigger points
Toda a nossa musculatura esquelética contém pontos que se tornam dolorosos quando ativados. Essa ativação pode acontecer por uma lesão muscular, esforço por tempo prolongado ou de forma repetitiva, por estresse físico ou muscular ou por deficiência nutricional. Quando esses pontos são ativados forma-se um nódulo (ponto gatilho ou trigger point).

O Pilates ajuda a melhorar a dor e evitar o surgimento desses nódulos. COMO?

- Através da respiração, pois ajuda a relaxar;
- Exercícios de alongamento e relaxamento (só isso ajuda a aliviar significativamente as dores causadas por pontos gatilhos);
- Fortalecimento muscular (aumentando o fluxo de sangue que chega ao local);
- Consciência corporal (através da percepção do nosso corpo, podemos reconhecer essas tensões e mudar a posição do corpo em relação ao agente causal da dor)

Dicas:

- Veja o seu ombro como um inimigo da sua orelha, quanto mais afastados eles estiverem, melhor;
- Sorria com os ombros: leve-os suavemente para trás, aproximando as escápulas;
- Relaxe os ombros fazendo movimentos circulares: levante-os até as orelhas, leve-os para trás e abaixe-os, repita 3 vezes e, em seguida, faça o movimento inverso, abaixe bem os ombros, leve-os para trás, levante-os até as orelhas e leve-os para frente, repita 3 vezes.


ATENÇÃO! Esse é o único momento em que os ombros podem ficar próximos das orelhas!



Fonte: revistapilates.com.br

terça-feira, 25 de junho de 2013

Pilates no Inverno aposte nisso!

fonte: Kauffer Pilates

Praticar exercícios no inverno pode ser ultra vantajoso. O corpo, no frio, necessita de mais energia para se manter aquecido, o metabolismo acelera e perde mais calorias, sendo assim, praticar atividade física no inverno é ótimo para o emagrecimento.

No aspecto físico, o que se destaca é o fortalecimento ósseo, aumento da mobilidade e flexibilidade nas articulações e alinhamento postural. No aspecto psicológico, temos o aumento da disposição, da concentração, melhora da auto estima e sensação de bem-estar. 

Praticar Pilates no inverno evita dores comuns no inverno, pois com o frio a musculatura tende a "encurtar" geralmente na região do pescoço e costas,  no método Pilates conseguimos relaxar a musculatura diminuindo os desconfortos musculares. Outro benefício é o fortalecimento do sistema imunológico na prevenção de gripes e resfriados. 

Com a prática regular, de duas ou três vezes por semana, em apenas um mês já é possível sentir o corpo mais forte, equilibrado e com diminuição de dores e desconfortos gerados por tensões musculares.

Agora, se o objetivo é ficar com o corpo definido, os resultados demoram um pouco mais, em torno de 3 a 6 meses dependendo do desempenho e tipo físico de cada indivíduo.

Pratique Pilates!

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Atuação do Pilates na Hérnia de Disco

Fonte: google

Com o estilo de vida sedentário das pessoas, o nosso corpo fica submetido à várias posturas inadequadas durante as atividades diárias, gerando desequilíbrios em nossas cadeias musculares. Com esses desequilíbrios surgem as dores no corpo, principalmente nas costas.


Segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), cerca de 90% da população sofre, sofreu ou sofrerá de algum problema de coluna, sendo que desta porcentagem, 90% são casos de hérnia de disco.

A hérnia de disco é uma patologia do disco intervertebral, onde há um deslocamento do núcleo desse disco para fora, podendo gerar pinçamentos de raízes nervosas, irradiando a dor para os braços e pernas dependendo da localização do pinçamento. Isso ocorre quando ficamos sujeitos à traumas do cotidiano como má posturas, esforço inadequado entre outros ou até traumas mais severos como acidentes.


Para melhorar a convivência da pessoa com hérnia discal é necessário tomar alguns cuidados e realizar exercícios adequados para diminuir a dor e manter e/ou aumentar o seu desempenho na atividade de vida diária.


O método Pilates de condicionamento físico trabalha a mente e o corpo, proporcionando bem-estar ao indivíduo através do ganho de flexibilidade,da força muscular, da boa postura, da concentração, da respiração, do controle, percepção e consciência corporal do movimento. 

O método tem seis princípios fundamentais para a prática: a respiração, a concentração, o controle, a centralização, a precisão e a fluidez do movimento executado. Esses princípios mostram que o fundamental é a qualidade na execução dos movimentos, com o trabalho de estabilização da coluna vertebral, reduzindo o risco de lesões durante o movimento. 



O Pilates tornou-se uma ferramenta fundamental para o tratamento dos indivíduos com patologias de coluna, proporcionando maior qualidade de vida. A técnica trabalha o corpo como um todo, os movimentos devem ser realizados buscando a organização de todas as estruturas. 

Os músculos profundos trabalham o alinhamento postural e isso reflete na qualidade de execução do movimento. A musculatura do Core (músculos na região central do corpo), trabalhada de forma constante durante os exercícios, têm grande importância na estabilização da coluna, o que a torna imprescindível no tratamento da hérnia discal.


Sendo assim, o método Pilates aumentou as possibilidades do indivíduo com hérnia de disco, sendo beneficiados com a redução das dores, melhora da postura, ganho de força muscular, alongamento, coordenação motora e aumento da sua qualidade de vida.

terça-feira, 30 de abril de 2013


O método Pilates é uma boa opção para quem deseja trabalhar os músculos, conquistar aquele corpo tão sonhado e ainda ficar com a saúde perfeita.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Sorria! Ame! Planeje! Transborde saúde!


Quem é que não busca ter qualidade de vida, para viver mais e melhor? Mas é hora de se ligar, porque nossos corpos e mentes precisam de alguns esforços para que estejam sempre saudáveis. Os mais importantes são manter uma boa alimentação e praticar atividade física (é claro que você já ouviu isso antes).
Atenção para algumas coisas bem simples que você pode fazer para viver bem, com saúde e disposição.

Beba água
Pelo menos dois litros por dia, para hidratar bem o corpo e eliminar as toxinas. Água de coco e suco de fruta também ajudam. E evite o sal, que retém esses líquidos e favorece o inchaço nas pernas, nos pés e na barriga.

Menos carne vermelha
Ela aumenta o colesterol e as chances de desenvolver doenças cardíacas, câncer e diabetes. Melhor o peixe, o frango e as verduras. E coma sem pressa, viu?

Uma taça de vinho, pode
O álcool em excesso prejudica o fígado, causa gastrite e pode trazer problemas cardíacos. Mas uma taça com 250 ml de vinho toda noite faz muito bem: evita infartos, derrames cerebrais e o câncer de mama.

Saia da preguiça!
A longevidade tem tudo a ver com atividade física. Mesmo se você não precisa perder peso, uma caminhada, por exemplo, vai melhorar o seu humor e afastar as doenças do coração. O Pilates e a ioga também são excelentes para sair do sedentarismo, melhorar a postura e combater o estresse.

Exercite a mente
Pensamentos positivos são essenciais para uma boa qualidade de vida. E quem mantém a mente ativa, conversando, trocando experiências, tem menos chances de sofrer com doenças neurológicas e de memória, como o Alzheimer.

Durma bem
Estudos sugerem que a falta de sono crônica pode ter um impacto negativo nas funções metabólicas e endócrinas. Quando se dorme menos de cinco horas, há um desequilíbrio no metabolismo.

Sorrir é o melhor remédio
Você sabia que uma boa risada é importante até mesmo para combater doenças? Rir faz bem. E quem está de bem com a vida, vive muito mais!


Fonte: IG

quinta-feira, 28 de março de 2013

Faça a respiração correta no Pilates


No Método Pilates a respiração é essencial, de fato é um de seus princípios chave já que ajuda a controlar os movimentos, permite oxigenar os músculos, facilita a estabilização da coluna e a movimentação dos membros (outro conceito fundamental no Método Pilates) e ajuda a relaxar a musculatura e estar ciente das tensões acumuladas por todo o corpo.
fonte: internet
A respiração é parte integral de cada exercício de Pilates, sendo sempre coordenado com o movimento de tal maneira que contribui com a direção da energia para a zona que se está trabalhando. Também, uma técnica de respiração adequada aplicada durante os exercícios de Pilates ajuda o relaxamento muscular, evitando qualquer estresse desnecessário. Por isso cada sessão de Pilates começa com alguns minutos de sensibilização na respiração para poder tomar consciência das tensões distribuídas pelo corpo e ajudar relaxar a musculatura.
O Método Pilates enfatiza a importância de manter a corrente sanguínea estabilizada. Por isso, para que a forma de respirar esteja correta, considere que a expiração deve ser forte, seguida de inspiração profunda, permitindo preencher os pulmões de ar. Quando os pulmões inalam o oxigênio eles permitem a oxigenação de cada célula através da corrente sanguínea.
Durante a execução dos exercícios de Pilates, o método utiliza uma técnica de respiração especifica que permite não somente liberar o corpo de toda a tensão desnecessária (em particular no pescoço, ombros e costas), também fazendo com que os abdominais transversos sejam trabalhados na inspiração e na expiração.
O método respiratório do Pilates permite ativar corretamente os músculos abdominais transversos conseguindo assim manter estabilidade na região lombar durante a execução dos exercícios. Com a finalidade, o método Pilates utiliza a respiração torácica ou respiração diafragmática intercostal.
O objetivo deste tipo de respiração é utilizar os músculos do tórax e das costas para ampliar a caixa torácica lateralmente permitindo assim que os pulmões se expandam, mas, sem a necessidade da expansão do abdômen. Ao expandir o abdômen durante a respiração os músculos abdominais se alongam deixando de sustentar a parte baixa das costas deixando-a desprotegida. Por isso o método Pilates enfatiza uma respiração que evite a expansão abdominal.
No Pilates, durante a respiração, é executada a inspiração pelo nariz e a expiração pela boca. Durante a inalação as costelas se abrem fazendo força para fora e para cima, ao mesmo tempo em que a coluna vertebral é esticada, preenchendo os pulmões de oxigênio. Ao inspirar é muito importante não relaxar os músculos abdominais, para evitar perder o alinhamento postural, e cuidar para não utilizar os músculos inadequados durante a execução dos exercícios.
A expiração, por sua vez, facilita a contração dos músculos abdominais, já que anatomicamente ocorre a redução da caixa torácica “para dentro e para baixo”. Ao praticar o processo de expiração o diafragma se eleva gerando assim um “empurrão” dos músculos abdominais para dentro, no qual cria um centro de energia forte, que é fundamental para o processo de estabilização.
A respiração deve ser lenta durante todo o momento, sempre de forma contínua, e procurar realizar inspirações e expirações de mesma duração para permitir o bom “intercâmbio” entre oxigênio e dióxido de carbono em todo o corpo. Como regra geral, no Pilates, a duração das inspirações e expirações variam em função do nível do aluno, sendo recomendado três tempos de inspiração e expiração para alunos principiantes, cinco tempos para alunos de nível intermediário e oito tempos para alunos avançados.
Aqui vamos apresentar um simples exercício para começar a se familiarizar com a respiração do método Pilates. Para realizar o exercício, é recomendado sentar-se confortavelmente de forma que fique relaxado em uma cadeira mantendo os pés apoiados no chão e separados da cadeira com a mesma distância. É muito importante manter as costas retas, com a coluna vertebral bem esticada e deixar os ombros leves e relaxados.
Além disso, o alinhamento do pescoço em relação à coluna é importante, deve-se aproximar o queixo ligeiramente em direção ao peito, imaginar que esteja segurando uma bola de tênis entre o queixo e o pescoço. Assim alinhar corretamente as vértebras cervicais e sentir o pescoço esticado ao limite máximo para trás.
Uma vez que esteja confortável nesta posição, deve-se colocar as mãos sobre suas costelas de tal forma que as pontas dos dedos se toquem entre elas. Feche seus olhos e comece tomando consciência da respiração colocando toda a sua atenção em tentar não mover seu peito ou abdômen.
1 – Inspiração:
Inspire pelo nariz continuando a contrair o abdômen. Observe como o oxigênio entra na caixa torácica e, com ele, como suas mãos se separam pela ação da abertura das costelas.
2 – Expiração:
Expire pela boca ativando bem seus músculos abdominais como se tentasse levar o umbigo até a coluna vertebral. Para isso imagine que seus músculos, na base da pélvis, abdominais e umbigo estão unidos por um zíper. Sente como se fechasse para cima este zíper ao expirar.
Realize uma série de 10 a 20 respirações mantendo-se relaxado, os efeitos logo serão notados.


Fonte:http://revistapilates.com.br/2011/03/28/a-importancia-da-respiracao-na-execucao-dos-exercicios-de-pilates/

sexta-feira, 15 de março de 2013

O apoio dos pés


Os apoios dos pés no chão condicionam uma boa estática e o apoio plantar deve ser um quesito importante levado em consideração nas aulas de Pilates.

Os pés são a interface entre o solo e o corpo, e eles se adaptam aos movimentos da marcha, aos deslocamentos do corpo, as desigualdades do chão, as oscilações estáticas e eventualmente as deformidades dos segmentos suprajacentes. Esta adaptação, cuja finalidade é manter bons apoios, requer articulações perfeitamente móveis, nos três planos, comprimento muscular adequado e conscientização corporal.

Fonte:Internet
O segmento pé – tornozelo é um conjunto proprioceptivo excepcional, pois recebem dos músculos, articulações e da pele muitas informações, incluindo o equilíbrio e ajuste postural na posição ereta. Juntamente com o captor ocular (olhos) é um elemento fundamental do sistema tônico-postural e pode ocasionar, se adaptar ou ambos aos desequilíbrios posturais.

Conscientizar o aluno aos seus apoios plantares trará informações úteis a ele em um trabalho futuro e não somente no momento da aula, mas também para na sua vida diária. Em primeiro lugar é necessário perceber quais são estes apoios, se há maior apoio de pé que outro; se o apoio está no antepé ou no calcanhar; e se o apoio de cada pé é no bordo interno ou externo. Após este primeiro exercício de percepção ainda é necessário compreender os quatro pontos de apoio dos pés: na parte posterior, as tuberosidades dos calcâneos posteriores internas e externas e na frente, as cabeças do 1º e 5º metatarsianos.

Na avaliação postural do aluno além de notar todos os pontos de apoio podal, qualquer tipo de variação neste segmento caracteriza o excesso ou deficiência de músculos agindo nos membros inferiores e no tronco. Estes quesitos serão importantes nos objetivos a serem traçados para a prescrição do exercício.

O pilates tem como um dos grandes benefícios a melhora da postura por meio de uma atividade dinâmica. Para corrigir os desalinhamentos iniciados pelos pés, nada melhor que uma atividade realizada de pé. A maior parte do tempo do nosso dia estamos em pé ou sentados, então como podemos corrigir desequilíbrios ascendentes realizando exercícios em decúbitos? Para tais correções, os exercícios devem ser realizados em ortostase.

Como o pilates dispõe de muitos exercícios temos uma ampla opção para trabalhar com os nossos alunos. Exercícios como o standing leg pump, foward lunge, side split, que são exercícios específicos para os membros inferiores, são ótimas opções para dar ênfase aos membros inferiores e aos pés. Mas como toda aula de pilates envolve o composto de concentração e coordenação, pode-se trabalhar também os membros superiores em ortostase sem esquecer o posicionamento dos pés.

Outra opção é o Standing Pilates – exercícios do solo que foram adaptados para a postura de pé. Trabalha-se a força o a alinhamento principalmente dos membros inferiores, as diferentes descargas de peso, a modificação dos apoios dos pés, em que se torna exigido em excesso a musculatura profunda dos pés, tornozelos e de todo o membro inferior.

domingo, 10 de março de 2013

O que é Canelite ?


Muitas pessoas se queixam de dores nas canelas durante ou após a corrida/caminhada, conhecida como "canelite", é bastante comum e está relacionada ao impacto repetitivo do movimento. A canelite é uma inflamação no periósteo (membrana que envolve o osso da perna), causada pelo atrito com a musculatura da região.

Fonte:Internet
Os sintomas são dores no meio da perna e a dor geralmente some quando a atividade que a causou é interrompida. A diferença básica entre a canelite e uma fratura por estresse é o local da dor – na fratura por estresse ela geralmente aparece na parte superior da tíbia – 
e a intensidade da dor, que não cessa com a interrupção da atividade e geralmente aumenta com atividades moderadas ou no simples ato de subir escadas.

Algumas causas para essa inflamação são: uso de tênis sem um sistema de amortecimento adequado, sobrecarga nos treinos e desalinhamento da pisada ao correr. 

Para prevenir essa inflamação a escolha de um calçado adequado para a modalidade é indispensável, faça seu treino com a frequência e a duração de acordo com a indicação do educador físico e fortaleça a musculatura afetada com musculação, pois com o aumento da massa muscular, os músculos absorvem melhor o impacto da corrida e tanto o periósteo quanto o osso ficam mais protegidos.
Fonte: http://esportivus.blogspot.com.br/2012/11/canelite.html

Tratamento eficaz:

- Correção de qualquer condição estrutural com o uso de calçados e caso necessário, palmilhas personalizadas para o pé. - Modificação da atividade, evitando-se as corridas e os saltos por aproximadamente 10 dias. Durante esse período o condicionamento cardiorrespiratório deverá ser mantido através de exercícios na piscina com flutuador, como também no ciclo ergômetro. 

- A Crioterapia (gelo) e o TENS (estimulação elétrica trans cutânea) podem ser usados objetivando a analgesia local.
- Exercícios de alongamento para musculatura posterior da perna (Panturrilha). 
- Com a regressão dos sintomas, devem-se iniciar de maneira progressiva, os exercícios de fortalecimento para toda musculatura que envolve a articulação do tornozelo (tibiais, fibulares e tríceps sural). 
- Assim que o atleta estiver assintomático, pode-se iniciar o trote/corrida sobre a grama, por aproximadamente 20 minutos, com uma progressão de 10 a 15% semanalmente. É importante ressaltar que ele já deverá estar adaptado ao tênis, caso seja portador de algum problema estrutural.  



Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/blogs/corpo-saudavel/corpo/e-normal-sentir-dor-na-canela-ao-correr/
            http://www.minhavida.com.br/fitness/materias/12370-voce-sabe-o-que-e-canelite
            

sexta-feira, 8 de março de 2013




Parabéns à todas nós mulheres que lutamos diariamente por uma vida graciosa e cheia de amor!!

segunda-feira, 4 de março de 2013

Gratidão por tudo _/ ♥ \_

Muito importante é você conseguir estar feliz enquanto planta (faz as ações) e não esperar para estar feliz somente no momento da colheita. isso é viver o momento Presente, a vida acontece no agora, Viva feliz.

Fonte:Internet

sexta-feira, 1 de março de 2013

Para relaxar a mente

fonte: internet
Estava assistindo alguns vídeos no youtube muito interessante da Flávia Melissa ela é formada em Psicologia e é especialista em Acupuntura,  possui uma energia muito positiva e alegre, conseguindo passar para nós uma paz interior incrível. Assisti alguns vídeos dela e gostei bastante, então resolvi postar no blog de hoje.
Para conhecer melhor o trabalho dela acesse
http://flaviamelissa.com.br/sobre/ 
https://www.facebook.com/flaviamelissa.fanpage?fref=ts

Espero que gostem!
Um abraço
Namastê





quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Como contrair a musculatura certa na aula


Como ativar de forma correta a “Power House” e o Assoalho Pélvico:

Durante as aulas de Pilates, todos os exercícios devem começar pela conexão do transverso abdominal (músculo mais profundo responsável pela sustentação e estabilização da coluna) juntamente com o assoalho pélvico (músculos localizados na região da pelve responsáveis pela elevação das vísceras) através da respiração. O fortalecimento dessa musculatura e a utilização dos mesmos nos diversos exercícios e movimentos do Pilates estimulam o trabalho intestinal devido ao massageamento das vísceras.

Para sentir tudo isso é fácil. Vamos treinar?

- Feche os olhos, inspire… e ao expirar tente afundar o umbigo, isto é, vai encolhendo a barriga tentando mandar todo o ar para fora, principalmente o que sobe para o peito.

- Nesse momento você imagina que está fechando uma calça bem apertada e se não encolher a barriga, o zíper pode pinçar a sua pele e o botão da calça não fecha (nesse momento você está conectando o abdome transverso que vai fazer o efeito do tubo da pasta de dente – se você apertar o tubo a pasta vai para outro lugar e é isso o que acontece com as vísceras e órgãos internos.)

- Agora imagine que você começou a urinar mas vai interromper o fluxo, puxando tudo para dentro e para cima de volta (nesta hora você está conectando o assoalho pélvico, que no efeito do tubo da pasta de dente seria a tampa que não deixa a pasta descer, portanto as vísceras vão subir em direção a caixa torácica. E ao mesmo tempo que eleva a Bexiga e o Útero, vai também contribuir para o aumento dos espaços intervertebrais diminuindo a compressão dos discos entre as vértebras.

No fundo isso tudo, é um trabalho só, que beneficia o corpo como um todo. Você vai fazer tudo isso a cada respiração de forma que essa conexão passe a ser natural. No começo requer muita concentração e atenção, você tem que pensar, para se preparar antes de se movimentar e pela repetição desse ato passa à acontecer automaticamente.
Fonte:Internet



Fonte: ClubedoPilates by revista pilates
          Estudio Pilates Clei Mathias

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Fique de olho na sua postura


Nossa coluna vertebral é formada por uma série de vértebras empilhadas.Entre cada vértebra situa-se um disco fibrocartilaginoso chamado disco intervertebral. A função deste disco é absorver impactos.
Fonte:Internet
A melhor posição para este disco receber e distribuir qualquer impacto ou sobrecarga, é quando a coluna está em seu alinhamento longitudinal. É preciso lembrar que a parte posterior das vértebras quando empilhadas formam um canal denominado canal vertebral por onde passa, nada menos, que nossa medula espinhal, ou seja, toda a fiação elétrica que conduz todos os estímulos do cérebro para o corpo e vice-versa. Cada vento que sentimos no rosto, cada pequeno gesto que executamos só acontece por esse canal de comunicação nervosa. Quando flexionamos a coluna anteriormente o disco é “pinçado” na frente e “alongado” atrás. Além dos discos, ligamentos e músculos, profundos e superficiais, fixos na parte de trás vértebras, também são tracionados inclusive para limitar essa flexão. Ou seja, cair com o tronco em flexão para frente NÃO ALONGA, TENSIONA! Quando mantemos uma posição de flexão por tempo demasiado, por exemplo sentados em sofás macios, ou mal sentados em cadeiras de trabalho, ou ainda quando praticamos exercícios com flexões de grande amplitude na intenção de alongar, colocamos nossa coluna em risco. Os ligamentos intervertebrais posteriores não são tão potentes para freiar estas inclinações. Será necessária uma ativação efetiva da musculatura que, por sua vez, após um tempo poderá entrar em fadiga gerando dores difusas, a lombalgia. Os ligamentos, por sua vez, podem estirar-se inflamando. Um pequeno aumento de seu volume já é suficiente para pinçar a região dos nervos causando dores como a famosa ciática. Além dessas estruturas, o próprio núcleo do disco pode ser projetado para trás, como acontece com a maionese do hambúrguer quando damos uma dentada de um dos lados. Neste caso, o extravasamento do material discal chama hérnia de disco e acarreta DOR. Por isso é tão importante nos sentarmos bem procurando nossos ísquios (sitz bones – ossos de sentar), carregarmos peso o mais próximo possível da coluna procurando mantê-la neutra e evitarmos flexioná-la quando não há necessidade. Isso inclui exercícios com flexão excessiva da coluna. Lembrem-se quando queremos alongar, por exemplo, a musculatura posterior das pernas, não é necessária a flexão da coluna. E alongar a musculatura do tronco é mais saudável em situações de descarga, ou seja, sem sobrecarga. Por exemplo, debruçar-se sobre o Leadder  (Barril Alto) com os pés bem “plantados” no chão ou deitar-se no solo, aproximando as pernas flexionadas em direção ao tronco.


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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O que acontece na aula experimental?



Você vai aprender:


Conhecer um pouco dos princípios do Pilates;


Aprenderá como utilizar a sua respiração e contrair a musculatura do core;


Experimentará os equipamentos e alguns acessórios;


Receberá uma análise rápida de sua postura.




Roupa ideal para a prática:



Calça ou short confortável, de material elástico como coton, lycra ou suplex;


Camiseta confortável e que não limite os movimentos dos braços;


Meia anti-derrapante ou descalço (pés limpos);


Proibido o uso de JEANS ou roupas com rebites que possam danificar os equipamento e prejudicar o desempenho do aluno.


Alimentação antes da aula:

Quanto mais próximo estiver da aula de Pilates é aconselhável comer pouco e algo leve, pois durante os exercícios acabamos ficando muito em decúbito ventral (barriga para baixo) decúbito dorsal (barriga para cima) e de ponta cabeça, isso poderá acarretar refluxo gastroesofágico caso consuma alimentos muito pesados.

Portanto de 2 à 4 horas antes da aula de Pilates é recomendável a ingestão de carboidratos como: granola, barra de cereais, pães integral; mas 1 hora antes deve ser ingerido frutas secas e alimentos mais leves.


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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

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É galera, pena que o carnaval acabou, agora temos que correr atrás do prejuízo rsrs! 
Bora fazer Pilates!