quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Origens do Pilates #1 - Ginástica

Fonte:kaufferpilates
A ginástica, enquanto atividade física, tem suas origens na Antiguidade, uma vez que os exercícios típicos do esporte já eram desempenhados pelos homens pré-históricos com o intuito de se protegerem de ameaças naturais. 


Por volta de 2600 a.C., especialmente em civilizações orientais, os exercícios da ginástica passaram a fazer parte de festividades, jogos e rituais religiosos. Contudo, pode-se dizer que foi na Grécia que a ginástica ganhou grande destaque, se tornando um elemento fundamental para a educação física dos gregos.


Para a maioria dos especialistas, a ginástica atual teve no início do século XIX o seu grande momento, pois foi neste período que surgiram as quatro grandes escolas do esporte (Inglesa, Alemã, Sueca e Francesa) e os principais métodos e aparelhos ginásticos. Desde então, a modalidade não parou de se desenvolver. Em 23 de julho de 1881, foi fundada a Federação Europeia de Ginástica, entidade que se tornaria posteriormente, em 1921, a atualmente conhecida FIG (Federação Internacional de Ginástica).

De acordo com alguns historiadores, o pai de Joseph Pilates foi um premiado ginasta, e o próprio Joseph alcançou um certo sucesso na modalidade. Com esta bagagem, ele pôde utilizar alguns exercícios da ginástica e acrobacia para criar a Contrologia, que posteriormente seria conhecida como método Pilates.




domingo, 8 de dezembro de 2013

Pilates no benefício dos desvios posturais

fonte:google images

No Brasil, a dor na coluna está entre as principais causas de aposentadoria por invalidez. Segundo dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), entre janeiro e novembro de 2012, mais de 116 mil pessoas receberam auxílio-doença por esse motivo, lembrando que esses são dados dos segurados, sem contar a classe autônoma e amparados de outras formas, ou seja, este número deve ser ainda maior.
O problema não é exclusivo dos mais velhos, pois a coluna é uma das estruturas mais afetadas pelo sedentarismo emá postura, ou seja, o modo como as pessoas levam a vida cotidiana e laboral pode ser a causa para queixas de dor nas costas, sendo cada vez mais comum em jovens e adultos.
As posições desalinhadas que as pessoas adotam como hábito, seja por motivos anatômicos ou falta de condições ergonômicas adequadas, desrespeitam o posicionamento adequado das articulações. Isso resulta nos chamados desvios posturais, alterações na cifose e na lordose, que são as curvaturas normais da coluna. As principais alterações posturais da coluna vertebral são: escoliose, hipercifose e hiperlordose.
A escoliose se define como uma curvatura lateral da coluna. Do ponto de vista da anatomia humana, a coluna possui curvaturas no sentido anteroposterior (cifose e lordose), deste modo uma curvatura no sentido lateral é considerada anormal, caracterizando a escoliose.
hipercifose corresponde a um aumento anormal acentuado da curvatura torácica, apresentando um aspecto de “corcunda”. A hiperlordose é o aumento da curvatura da região lombar ou cervical. A hiperlordose cervical faz com que a cabeça vá para frente e normalmente está associada à hipercifose torácica. Já no caso da hiperlordoselombar ocorre uma proeminência dos glúteos para trás, deixando o aspecto de “bumbum empinado”.
A prática de Pilates tem sido uma das mais indicadas pelos médicos no tratamento de diversas patologias osteomusculares, incluindo estes problemas posturais, pois seus exercícios estão concentrados na casa de força formada pelos músculos transversos do abdome, multífidos, diafragma, oblíquos e músculos do assoalho pélvico. A ativação desta casa de força traz harmonia entre as curvaturas espinhais, refletindo na eficiência do equilíbrio corporal, na postura e no trabalho muscular. Contribuindo para uma organização melhor da coluna vertebral e extremidades.
O estimulo à consciência corporal, o reposicionamento da pelve na posição neutra e o reequilíbrio muscular e postural que o Pilates promove dará o suporte necessário para manter a coluna ereta e sem sobrecargas.


Fonte: www.revistapilates.com.br